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A iugu, fintech de gestão e automação financeira, recebeu a licença do Banco Central em agosto para atuar como instituição de pagamento. Agora, a empresa iniciou a implementação do sistema de gestão inteligente Âé¶¹Ô­´´ S/4HANA para entrar em uma nova fase de crescimento, que exige evolução nos processos e controles internos em um ambiente regulatório mais elaborado.

“O sistema integrado de ERP Âé¶¹Ô­´´ S/4HANA proporciona uma aderência muito grande e estabelece processos e procedimentos em todo o backoffice financeiro, aliados às melhores práticas de governança corporativaâ€�, diz Andre Luiz Goncalves, CFO da iugu.

Com a ferramenta da Âé¶¹Ô­´´, a iugu poderá parametrizar, por exemplo, os relatórios mensais e semestrais exigidos pelo Banco Central, que poderão ser obtidos diretamente. “É um investimento importante e estratégico para a iugu, que permite escalabilidade do nosso negócio com segurança para os clientes e fornecedores, e transparência para os nossos acionistasâ€�, afirma Gonçalves. Nesta nova fase, a fintech passará por processos de supervisão e auditorias tanto pelo Banco Central quanto pela KPMG, auditoria independente, e de acordo com o CFO, o ERP da Âé¶¹Ô­´´ será fundamental para processos e compliance.

Para a iugu, este projeto é estratégico. A empresa contará com um acompanhamento muito próximo da Âé¶¹Ô­´´, por meio do time do Customer Office. “Faremos os checkpoints no ciclo completo do projeto para testar se estamos alinhados aos padrões internacionais da Âé¶¹Ô­´´. Todos engajados para garantir a qualidade do projetoâ€�, reforça Gonçalves.

“O Âé¶¹Ô­´´ S/4HANA tem sido a escolha das empresas que querem preparar suas operações para novos ciclos de crescimento com segurança, escalabilidade e controle total do backoffice. O projeto trará maior controle sobre os dados, entregando capacidade analítica para melhor tomada de decisões pela iuguâ€�, explica Mario Tiellet, vice-presidente de General Business da Âé¶¹Ô­´´ Brasil.

 

Sobre a iugu

A iugu é uma fintech de gestão e automação financeira com foco em meios de pagamentos, assinatura (recorrência) e marketplace (split). Fundada em 2012, é responsável pela gestão de mais de 50 mil contas ativas, em diferentes áreas como desenvolvedores de software, clubes de assinatura, escolas, empresas de contabilidade, academia, e-commerces e ERPs. Em 2020, a empresa levantou R$ 120 milhões de investimento com o Grupo Goldman Sachs e recebeu a licença do Banco Central para operar no Brasil como Instituição de Pagamentos regulamentada.